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sexta-feira, 9 de agosto de 2013

Encontro festivo para o Dia do Catequista


Amados catequistas,

Nosso dia está chegando e não deixaremos passar em branco esta data! A proposta para este ano é um dia de lazer, com programação singular e de acordo com a particularidade de cada Zonal. Convidamos todos os catequistas a ficarem cientes da programação de sua Zonal. Segue informações:


Zonal Mossoró 1: 
Local: Colégio Diocesano de Santa luzia
Taxa da alimentação:20.00
Tel.:(84)3316-2560

Zonal Mossoró 2:
Local: Praia de Tibau
Capela Santa Teresinha (Paroquia de Grossos)
Tel.:(84)3327-2383

Zonal do Vale:
Porto do Mangue(Paroquia Santa luzia)
Praia do Rosado
Tel.:(84)3338-2575

Zonal Médio Oeste:
Local: Apodi (Paroquia São João e Nossa Senhora da Conceição)
Tel.: (84)3333-2180

Zonal do Alto Oeste:
local: Sìtio Pau Branco (Paroquia Sao Miguel)
Tel.: (84)3353-2060

sábado, 9 de fevereiro de 2013

Encontro para Coordenadores de Catequese

A Coordenação Diocesana de Catequese preparou nesta ultima sexta-feira (08/02/2013) o Encontro para Coordenadores. A proposta é de promover um encontro a nível diocesano de motivação e partilha entre as paróquias.

Data: 1, 2 e 3 de Março de 2013

Local: Praia das Emanuelas - Tibau

Taxa de inscrição: 50,00




Contamos com a sua presença! Deus vos abençoe!

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Oficínas Catequéticas: A vez é do Zonal do Vale

 

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Dias 20 e 21 de outubro, serão os dias dedicados para as Paroquias do Zonal do Vale, receberem a Comisssão Diocesana de Catequese para a realização das Oficinas Catequéticas.

O momento terá início às 14h do sábado e encerrará às 15h do domingo, no Colégio das Irmãs.

Nossa assessora Diocesana, Ir. Juliana Galeno, manifestou sua alegria em está realizando mais uma etapa das Oficinas Catequéticas e afirmou que isso é prova de que está dando certo.

As oficinas ministradas serão: Lectio Divina, Músicas e Dinâmicas na Catequese, Catequese e Liturgia, Contação de História e Pedagogia Catequética.

Aos catequistas do Zonal do Vale, bom encontro!

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domingo, 14 de outubro de 2012

Papa Bento 16 abre o ANO DA FÉ

 

Na postagem anterior, mostramos o papel fundamental do Catequista neste considerável momento na Igreja. Veja a homilia da Santa Missa de abertura do ANO DA FÉ:

 

 

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Venerados Irmãos,
Queridos irmãos e irmãs!


Hoje, com grande alegria, 50 anos depois da abertura do Concílio Vaticano II, damos início ao Ano da fé. Tenho o prazer de saudar a todos vós, especialmente Sua Santidade Bartolomeu I, Patriarca de Constantinopla, e Sua Graça Rowan Williams, Arcebispo de Cantuária. Saúdo também, de modo especial, os Patriarcas e Arcebispos Maiores das Igrejas Orientais católicas, e os Presidentes das Conferências Episcopais. Para fazer memória do Concílio, que alguns dos aqui presentes – a quem saúdo com afeto especial - tivemos a graça de viver em primeira pessoa, esta celebração foi enriquecida com alguns sinais específicos: a procissão inicial, que quis recordar a memorável procissão dos Padres conciliares, quando entraram solenemente nesta Basílica; a entronização do Evangeliário, cópia daquele que foi utilizado durante o Concílio; e a entrega das sete mensagens finais do Concílio e do Catecismo da Igreja Católica, que realizarei no termo desta celebração, antes da Bênção Final. Estes sinais não nos fazem apenas recordar, mas também nos oferecem a possibilidade de ir além da comemoração. Eles nos convidam a entrar mais profundamente no movimento espiritual que caracterizou o Vaticano II, para que se possa assumi-lo e levá-lo adiante no seu verdadeiro sentido. E este sentido foi e ainda é a fé em Cristo, a fé apostólica, animada pelo impulso interior que leva a comunicar Cristo a cada homem e a todos os homens, no peregrinar da Igreja nos caminhos da história.


O Ano da fé que estamos inaugurando hoje está ligado coerentemente com todo o caminho da Igreja ao longo dos últimos 50 anos: desde o Concílio, passando pelo Magistério do Servo de Deus Paulo VI, que proclamou um "Ano da Fé", em 1967, até chegar ao o Grande Jubileu do ano 2000, com o qual o Bem-Aventurado João Paulo II propôs novamente a toda a humanidade Jesus Cristo como único Salvador, ontem, hoje e sempre. Entre estes dois Pontífices, Paulo VI e João Paulo II, houve uma profunda e total convergência na visão de Cristo como o centro do cosmos e da história, e no ardente desejo apostólico de anunciá-lo ao mundo. Jesus é o centro da fé cristã. O cristão crê em Deus através de Jesus Cristo, que nos revelou a face de Deus. Ele é o cumprimento das Escrituras e seu intérprete definitivo. Jesus Cristo não é apenas o objeto de fé, mas, como diz a Carta aos Hebreus, é aquele “que em nós começa e completa a obra da fé” (Hb 12,2).

O Evangelho de hoje nos fala que Jesus Cristo, consagrado pelo Pai no Espírito Santo, é o verdadeiro e perene sujeito da evangelização. “O Espírito do Senhor está sobre mim, / porque ele me consagrou com a unção / para anunciar a Boa-Nova aos pobres” (Lc 4,18). Esta missão de Cristo, este movimento, continua no espaço e no tempo, ao longo dos séculos e continentes. É um movimento que parte do Pai e, com a força do Espírito, impele a levar a Boa-Nova aos pobres, tanto no sentido material como espiritual. A Igreja é o instrumento primordial e necessário desta obra de Cristo, uma vez que está unida a Ele como o corpo à cabeça. “Como o Pai me enviou, também eu vos envio” (Jo 20,21). Estas foram as palavras do Senhor Ressuscitado aos seus discípulos, que soprando sobre eles disse: “Recebei o Espírito Santo” (v. 22). O sujeito principal da evangelização do mundo é Deus, através de Jesus Cristo; mas o próprio Cristo quis transmitir à Igreja a missão, e o fez e continua a fazê-lo até o fim dos tempos infundindo o Espírito Santo nos discípulos, o mesmo Espírito que repousou sobre Ele, e n’Ele permaneceu durante toda a sua vida terrena, dando-lhe a força de “proclamar a libertação aos cativos / e aos cegos a recuperação da vista; para libertar os oprimidos e para proclamar um ano da graça do Senhor” (Lc 4,18-19).
O Concílio Vaticano II não quis colocar a fé como tema de um documento específico. E, no entanto, o Concílio esteve inteiramente animado pela consciência e pelo desejo de ter que, por assim dizer, imergir mais uma vez no mistério cristão, para poder propô-lo novamente e eficazmente para o homem contemporâneo. Neste sentido, o Servo de Deus Paulo VI, dois anos depois da conclusão do Concílio, se expressava usando estas palavras: “Se o Concílio não trata expressamente da fé, fala da fé a cada página, reconhece o seu caráter vital e sobrenatural, pressupõe-na íntegra e forte, e estrutura as suas doutrinas tendo a fé por alicerce. Bastaria recordar [algumas] afirmações do Concílio (...) para dar-se conta da importância fundamental que o Concílio, em consonância com a tradição doutrinal da Igreja, atribui à fé, a verdadeira fé, que tem a Cristo por fonte e o Magistério da Igreja como canal” (Catequese na Audiência Geral de 8 de março de 1967).


Agora, porém, temos de voltar para aquele que convocou o Concílio Vaticano II e que o inaugurou: o Bem-Aventurado João XXIII. No Discurso de Abertura, ele apresentou a finalidade principal do Concílio usando estas palavras: “O que mais importa ao Concílio Ecumênico é o seguinte: que o depósito sagrado da doutrina cristã seja guardado e ensinado de forma mais eficaz. (...) Por isso, o objetivo principal deste Concílio não é a discussão sobre este ou aquele tema doutrinal... Para isso, não havia necessidade de um Concílio... É necessário que esta doutrina certa e imutável, que deve ser fielmente respeitada, seja aprofundada e apresentada de forma a responder às exigências do nosso tempo” (AAS 54 [1962], 790791-792).


À luz destas palavras, entende-se aquilo que eu mesmo pude então experimentar: durante o Concílio havia uma tensão emocionante, em relação à tarefa comum de fazer resplandecer a verdade e a beleza da fé no hoje do nosso tempo, sem sacrificá-la frente às exigências do presente, nem mantê-la presa ao passado: na fé ecoa o eterno presente de Deus, que transcende o tempo, mas que só pode ser acolhida no nosso hoje, que não torna a repetir-se. Por isso, julgo que a coisa mais importante, especialmente numa ocasião tão significativa como a presente, seja reavivar em toda a Igreja aquela tensão positiva, aquele desejo ardente de anunciar novamente Cristo ao homem contemporâneo. Mas para que este impulso interior à nova evangelização não seja só um ideal e não peque de confusão, é necessário que ele se apóie sobre uma base concreta e precisa, e esta base são os documentos do Concílio Vaticano II, nos quais este impulso encontrou a sua expressão. É por isso que repetidamente tenho insistido na necessidade de retornar, por assim dizer, à “letra” do Concílio - ou seja, aos seus textos - para também encontrar o seu verdadeiro espírito; e tenho repetido que neles se encontra a verdadeira herança do Concílio Vaticano II. A referência aos documentos protege dos extremos tanto de nostalgias anacrônicas como de avanços excessivos, permitindo captar a novidade na continuidade. O Concílio não excogitou nada de novo em matéria de fé, nem quis substituir aquilo que existia antes. Pelo contrário, preocupou-se em fazer com que a mesma fé continue a ser vivida no presente, continue a ser uma fé viva em um mundo em mudança.


Se nos colocarmos em sintonia com a orientação autêntica que o Bem-Aventurado João XXIII queria dar ao Vaticano II, poderemos atualizá-la ao longo deste Ano da Fé, no único caminho da Igreja que quer aprofundar continuamente a “bagagem” da fé que Cristo lhe confiou. Os Padres conciliares queriam voltar a apresentar a fé de uma forma eficaz, e se quiseram abrir-se com confiança ao diálogo com o mundo moderno foi justamente porque eles estavam seguros da sua fé, da rocha firme em que se apoiavam. Contudo, nos anos seguintes, muitos acolheram acriticamente a mentalidade dominante, questionando os próprios fundamentos do depositum fidei a qual infelizmente já não consideravam como própria diante daquilo que tinham por verdade.


Se a Igreja hoje propõe um novo Ano da Fé e a nova evangelização, não é para prestar honras a uma efeméride, mas porque é necessário, ainda mais do que há 50 anos! E a resposta que se deve dar a esta necessidade é a mesma desejada pelos Papas e Padres conciliares e que está contida nos seus documentos. Até mesmo a iniciativa de criar um Concílio Pontifício para a Promoção da Nova Evangelização – ao qual agradeço o empenho especial para o Ano da Fé – enquadra-se nessa perspectiva. Nos últimos decênios tem-se visto o avanço de uma "desertificação" espiritual. Qual fosse o valor de uma vida, de um mundo sem Deus, no tempo do Concílio já se podia perceber a partir de algumas páginas trágicas da história, mas agora, infelizmente, o vemos ao nosso redor todos os dias. É o vazio que se espalhou. No entanto, é precisamente a partir da experiência deste deserto, deste vazio, que podemos redescobrir a alegria de crer, a sua importância vital para nós homens e mulheres. No deserto é possível redescobrir o valor daquilo que é essencial para a vida; assim sendo, no mundo de hoje, há inúmeros sinais da sede de Deus, do sentido último da vida, ainda que muitas vezes expressos implícita ou negativamente. E no deserto existe, sobretudo, necessidade de pessoas de fé que, com suas próprias vidas, indiquem o caminho para a Terra Prometida, mantendo assim viva a esperança. A fé vivida abre o coração à Graça de Deus que liberta do pessimismo. Hoje, mais do que nunca, evangelizar significa testemunhar uma vida nova, transformada por Deus, indicando assim o caminho. A primeira Leitura falava da sabedoria do viajante (cf. Eclo 34,9-13): a viagem é uma metáfora da vida, e o viajante sábio é aquele que aprendeu a arte de viver e pode compartilhá-la com os irmãos - como acontece com os peregrinos no Caminho de Santiago, ou em outros caminhos de peregrinação que, não por acaso, estão novamente em voga nestes últimos anos. Por que tantas pessoas hoje sentem a necessidade de fazer esses caminhos? Não seria porque neles encontraram, ou pelo menos intuíram o significado do nosso estar no mundo? Eis aqui o modo como podemos representar este ano da Fé: uma peregrinação nos desertos do mundo contemporâneo, em que se deve levar apenas o que é essencial: nem cajado, nem sacola, nem pão, nem dinheiro, nem duas túnicas - como o Senhor exorta aos Apóstolos ao enviá-los em missão (cf. Lc 9,3), mas sim o Evangelho e a fé da Igreja, dos quais os documentos do Concílio Vaticano II são uma expressão luminosa, assim como é o Catecismo da Igreja Católica, publicado há 20 anos.


Venerados e queridos irmãos, no dia 11 de outubro de 1962, celebrava-se a festa de Santa Maria, Mãe de Deus. A Ela lhe confiamos o Ano da Fé, tal como fiz há uma semana, quando fui, em peregrinação, a Loreto. Que a Virgem Maria brilhe sempre qual estrela no caminho da nova evangelização. Que Ela nos ajude a pôr em prática a exortação do Apóstolo Paulo: “A palavra de Cristo, em toda a sua riqueza, habite em vós. Ensinai e admoestai-vos uns aos outros, com toda a sabedoria... Tudo o que fizerdes, em palavras ou obras, seja feito em nome do Senhor Jesus. Por meio dele dai graças a Deus Pai” (Col 3,16-17). Amém.

 

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Ano da Fé: Catequista é Protagonista!

 

Olá, caríssimos catequistas! Santa Paz.

Há 50 anos, ocorreu um significativo momento na nossa Igreja: O Concílio Vaticano II. Essa grande assembléia dos Bispos do mundo inteiro ao redor dos Papas (Pois iniciou-se com João XXIII e terminou com Paulo VI), foi o ponta-pé inicial para as grandes mudanças modernas que a Igreja Católica passa até hoje.ano-da-f

Como sabemos, Sua Santidade o Papa Bento XVI, convocou o ANO DA FÉ, em comemoração aos 50 anos do Concílio em questão. É um período de reflexão, planejamento e ação em prol da NOVA EVANGELIZAÇÃO dos povos.

Ora, falou em EVANGELIZAÇÃO, falou de Catequista! Nós temos um papel fundamental nesse processo de anuncio e conversão. Mas para isso, precisamos adentrar profundamente neste ANO DA FÉ. Vejamos o que diz o Prof. Felipe Aquino:

O QUE É O “ANO DA FÉ”?

O Papa convocou o Sínodo dos Bispos no mês de outubro de 2012 que terá como tema: “A nova evangelização para a transmissão da fé cristã”, e que abrirá o “Ano da Fé”, que irá até a Festa de Cristo Rei, em novembro de 2013. É a Igreja cumprindo a missão que Jesus lhe deu: “Ide evangelizar!”.  A missão da Igreja é esta; Paulo VI disse que esta é a identidade e a missão da Igreja. Para a Igreja deixar de evangelizar seria como para o sol deixar de brilhar.

O Vaticano tem dado orientações de como deve ser este Ano especial. “O Ano da Fé quer contribuir para uma conversão renovada ao Senhor Jesus e à redescoberta da fé…”. A “Congregação da Fé” destaca que hoje é necessário um empenho maior a favor duma Nova Evangelização (“novo ardor, novos métodos e nova expressão”), para crer, reencontrar e comunicar a fé.

- Recordando o 50º aniversário de abertura do Concílio Vaticano II, destaca que no Ano da Fé devem-se encorajar as romarias dos fiéis ao Vaticano, bem como à Terra Santa.

- O papel especial de Maria no mistério da salvação deverá ser ressaltado, e recomenda também  romarias, celebrações e encontros nos maiores Santuários Marianos no mundo.

- A Jornada Mundial da Juventude no Rio de Janeiro deverá ser um evento de destaque dentro do Ano da Fé, uma “ocasião privilegiada aos jovens para experimentar a alegria que provém da fé no Senhor Jesus e da comunhão com o Santo Padre, na grande família da Igreja”.

- Sejam organizados simpósios, congressos e encontros de grande porte, a nível paroquiano, diocesano e internacional, que favoreçam o encontro com testemunhos da fé e o conhecimento da doutrina católica.

- Neste sentido o Vaticano pede que os fiéis se aprofundem no conhecimento dos principais Documentos do Concílio Vaticano II e o estudo do Catecismo da Igreja Católica, o que vale de modo particular “para os candidatos ao sacerdócio”.

- O Vaticano deseja que haja celebração de abertura do Ano da Fé e uma solene conclusão do mesmo a nível de cada Igreja particular.

- Em cada diocese do mundo deverá ser preparada uma jornada sobre o Catecismo da Igreja Católica.  Também é pedido que neste Ano da Fé os fiéis  acolham com maior atenção as homilias, as catequeses, os discursos e as outras intervenções do Papa. “Cada Bispo poderá dedicar uma sua Carta pastoral ao tema da fé, recordando a importância do Concílio Vaticano II e do Catecismo da Igreja”.

- No período da quaresma, haja celebrações penitenciais para se pedir perdão a Deus, em particularmente pelos pecados contra a fé; e que haja maior frequência ao sacramento da Penitência.

- “As novas Comunidades e os Movimentos eclesiais, de modo criativo e generoso, saberão encontrar os modos mais adequados para oferecer o próprio testemunho de fé ao serviço da Igreja”.

 

Ano_Fe

 

Portanto, estimado catequista, precisamos estudar bem a CARTA APOSTÓLICA PORTA FIDEI (Clique Aqui). Depois, nos aprofundemos nos documentos da Igreja: Catecismo, Bíblia, encíclicas e etc…

 

ano da fé

sábado, 25 de agosto de 2012

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Dia do Catequista na nossa Diocese

 

Catequista

 

Saudações Cordiais, queridos catequistas!

Olha, nosso especial Dia está chegando… E a nossa Diocese não poderia deixar de Celebrar essa data tão importante. Estamos com uma singular programação. Sabemos que cada paroquia irá celebrar este dia em suas particularidades, mas convocamos todos os catequistas para a cidade de Mossoró, local este das nossas comemorações.

Serão dois dias, 25 e 26 de agosto. O alojamento para os catequistas que virão de outras cidades será o Centro de Treinamento Libânea Lopes Pessoa na Rua Melo Franco, Praça Cônego Estevam Dantas 431, Bairro Bom Jardim.

Fique ligado na programação:

DIA 25/08 – SÁBADO

16h – Acolhida dos catequistas de outras cidades no Centro de Treinamento

17h30 – Jantar dos catequistas de outras cidades no Centro de Treinamento

18h – Deslocamento dos catequistas de outras cidades para o Colégio Sagrado Coração de Maria

18h – Abertura da noite no Colégio Sagrado Coração de Maria (Apresentação artística) para todos os catequistas

19h – Palavras do Bispo Dom Mariano e da Irmã Juliana Galeno

20h – Show Mensagem com Padre Carlos César, Instituto Nova Jerusalém

22h – Encerramento/ Deslocamento dos catequistas de outras cidades para repouso no Centro de Treinamento

 

DIA 26/08 – DOMINGO – No Centro de Treinamento Libânia Lopes Pessoa

08h – Acolhida e Oração

09h – Formação/Espiritualidade

10h – Intervalo/Lanche

10h15 – Grupos de Partilha

11h – Santa Missa

12h – Almoço/Encerramento

 

Vejamos, agora, algumas observações importantes:

Para os catequistas de outras cidades, a inscrição para participar de todos esses momentos será ao custo de R$ 50,00 (Cinquenta reais);

Para os catequistas de Mossoró, o custo será de R$10,00, sendo que, não irão ficar hospedados no Centro de Treinamento e nem irão ter o jantar do dia 25. Essa taxa dará direito ao lanche e almoço do dia 26.

As paroquias articulem a possibilidade da participação do máximo de catequistas. Conversem com seus párocos e vejam como será o pagamento dessa contribuição.

Mais informações, é só entrar em contato:

- Irmã Juliana Galeno Veras: jgalenoveras@yahoo.com.br
- Edmiray Bezerra da Nóbrega: edmiraybezerra@hotmail.com
- Mirací Borges: miracimb@hotmail.com

Ou então, pelos telefones:


- Irmã Juliana Galeno Veras: 84 8735.3270 / 3316.2560
- Edmiray Bezerra da Nóbrega: 84 8896.6886
- Mirací Borges: 84 8883.6581

 

Nos encontraremos em breve. Um grande Abraço!

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Paroquia de São José realiza 1º Congresso

Olha só que ótima notícia: O Conselho Paroquial de Catequese da Paroquia de São José, em Mossoró, estará realizando o seu 1º Congresso Paroquial de Catequese. Leiam o convite abaixo:

1 Congresso de Catequese

 

 

CONSELHO PAROQUIAL DE CATEQUESE

PAROQUIA DE SÃO JOSÉ

DIOCESE DE SANTA LUZIA

MOSSORÓ/RN

Contatos: 8896 6886 / 9616 7955 / 3316 6058

CARTA-CONVITE

          À todos os irmãos em Cristo que, chamados por Ele, abraçaram ou desejam abraçar a sublime missão/vocação de ser Catequista: Graça e Paz!

        O Conselho Paroquial de Catequese da Paroquia de São José, em seu planejamento de Formação Permanente para os Catequistas, estará realizando o 1º CONGRESSO PAROQUIAL DE CATEQUESE, nos próximos dias 07 e 08 de julho do corrente ano.

         Através deste, convidamos-lhe para participar do nosso evento no qual contará com inscrições limitadas e que, portanto, estamos estipulando a quantidade de apenas quatro catequistas por paroquia.

          Para maiores esclarecimentos, estamos enviando, junto com esta carta-convite, a Ficha de Inscrição e a programação que apresenta todas as informações necessárias.

          Esclarecemos, ainda, que necessitamos da confirmação da presença até o dia 2 de julho por meio dos telefones no cabeçalho.

           Ficaremos felicitados com a participação dos catequistas de sua paroquia.

Deus os proteja!

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Edmiray Bezerra da Nóbrega

Representante

 

Que maravilha, não é querido Catequista? O nosso blog incentiva que vocês participem desse evento. Será uma grande oportunidade!

Veja, agora, a programação do 1º Congresso Paroquial de Catequese (Clique para aumentar):

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PARTICIPE!

Oficinas Catequéticas no Zonal Alto Oeste

 

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Olá amados Catequistas! Esperamos que estejam, todos, bem revigorados na missão.

Iremos realizar mais uma etapa das Oficinas Catequéticas. Desta vez, os catequistas do Zonal Alto Oeste terão a oportunidade de receber a equipe diocesana que irá assessorar o encontro. Fiquem atentos para as seguintes informações:

Data: 30 de junho a 01 de julho

Horário: Iniciaremos o encontro apartir das 08h do sábado

Local: Patronato Alfredo Fernandes (Salão Nsa. Sra. das Graças)

                Cidade: Pau dos Ferros

Paróquias do Zonal Alto Oeste:

Paróquia Senhora Santana (Luiz Gomes)
Paróquia S. Francisco de Assis (José da Penha)
Paróquia N. Sra. da Imaculada Conceição (Alexandria)
Paróquia N. Sra. da Imaculada Conceição (Pau dos Ferros)
Paróquia N. Sra. da Imaculada Conceição (Portalegre)
Paróquia S. Sebastião (Encanto)
Paróquia S. Miguel Arcanjo (São Miguel)
Paróquia S. Antonio (Marcelino Vieira)

 

Não deixe de participar… Converse com o Padre da sua Paroquia e/ou Comunidade e manifeste a sua vontade de participar.

Um grande abraço e até breve!

quarta-feira, 2 de maio de 2012